Óbvio. Era fim de semana, eu na casa dos meus pais - ambos fumantes - e som alto, mais álcool.
O lance legal é que eu não cheguei a passar dos 5 cigarros, em nenhuma situação, até agora. Às vezes fumo 5, mas no outro dia fumo dois. Depois fumo um, depois 3. Oscila, mas não aumenta. O que acontece é que não consigo mais fumar mais que 5 cigarros sem ficar bodiada. Que bom.
É que já percebo que estou passando dos limites, que daí "não vale", etc. O cigarro da manhã e de durante o dia, no entanto, foi completamente abolido. Eram os cigarros que mais me faziam mal.
Um outro lance que ando aprendendo é fumar de pouquinho em pouquinho o mesmo cigarro. Cansou? Apaga. Começa de novo depois. Hoje, quando vi, tinha fumado um, durante o dia todo. Foda é que apagar metade de cigarro dá um pouquinho de trabalho, mas enfim. Parar de fumar dá um trabalhinho mesmo.
Logo quando estresso, por qualquer coisa, já penso "véi, merecia um cigarro agora". Mas nem merecia, na verdade. É banal, cigarro. Estresse passa e cigarro acaba. Fica só cinza e amargura no final. Que triste, gente. Fumar, só na alegria agora, porfa. Com direito a tonturinha e tudo.
